Arquivo de janeiro \18\UTC 2010

18
jan
10

22.01 – Fernando Pulichino, do Silver City, em DJ Set

Ele começou como baixista em clubes e agora experimenta o caminho inverso

Fotos: http://www.d-edge.com.br/mkt/press/pichigh/fernandopulichino/1.gif
http://www.d-edge.com.br/mkt/press/pichigh/fernandopulichino/2.jpg

http://www.d-edge.com.br/mkt/press/pichigh/fernandopulichino/3.jpg

O argentino Fernando Felichino, do duo Silver City , chega nesta sexta-feira com a experiência de baixista em clubes Space e Amnesia. Sempre tocando em live na bateria eletrônica  e baixa com Julian Sanza, seu comparsa de teclado na dupla,  o cara mora em Londres há sete anos e é mentor de projetos no 2020soundsystem.

Antes pertencentes ao Grupo Ciudad Feliz, de deep house, Julian e Fernando já estouravam em Buenos Aires com o álbum “Barrenador”. Ao mudarem para Londres, em 2002, apostaram no Silver City e lançaram álbum homônimo pela 2020 Vision, que inclui remixes de Ewan Pearson, Lindtsrom, Spirit Catcher, Boogie Corp, Phonogenic e Simon Bake. Eles também possuem um terceiro projeto “The Spirals” pelo Darkroom Dubs recodings.

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Freak Chic – sextas-feiras -  0h
*house, nu-disco, grooves, jazzy beats
Promoters: Vinícius Yamada e Vivi Rivaben
Hostess:
Vivi Rivaben
Divulgação: Reginaldo Mendes e Celso Mellin

22.01 – Pejota/Fernando (Silver City /2020 Sound System)AR/UK/Renato Ratier

R$ 45 entrada. Com lista, R$ 35.


18
jan
10

23.01 – Alê Reis/Nick Curly/Reboot/Renato Ratier @ Mothership

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Alemães Nick Curly e Reboot integram line na esteira da coerência sonora de seus selos e parcerias

Fotos em alta Nick Curly:
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Fotos em alta Reboot:
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Nick Curly é conhecido por ser um dos precursores do “Mannheim Sound” -rótulo que, apesar do “sound”, é mais cultural que sonoro. A pretensa alcunha denomina uma emergente cena de house que fervilhou nesta cidade alemã em meados de 2007. Sob o cenário Mannheim, então, Nick despontou com o selo 8 Bit e Cécille Records, alavancado pelas elogiosas compilações do “8 Bit Reasons”.

Reboot, aka Frank Heinrich, que toca depois de Curly, foi uma da estrela dessas compilações. A mais recente, lançada pelo Cécille de Nick, veio com uma rajada saxofônica em julho de 2009. Em agosto, ele causou polêmica ao deixar quase intacta, sob uma base houseira a nacional “Para Não Dizer que Não Falei das Flores”, de Geraldo Vandré, que, no mixer dele virou a “Caminando”. No mais, é o polirítmo e a ousadia que faz do Reboot um dos caras mais requisitados hoje.

No set, Reboot se descreve como “sexy e pumping” e vai na esteira do deep minimal – ao gosto de clubes alemães como Panorama Bar, Duala e Cocoon Club . Se bem que depois de “Caminando”, o parâmetro aqui seria mais a imprevisibilidade.

Sons em “cadência”

Ambos acabam interligados por uma rede de selos que incluem Cocoon e Cadenza e o próprio selo de Nick (Cécille/8Bit). Seguem aí duas amostras: “Pujante”, EPEP lançado por Nick no Cocoon, de um house despretensioso (ouça http://www.youtube.com/watch?v=0o0bZ0A8cKY). E Reboot, também pelo Cocoon com “Assign the Source” (http://www.youtube.com/watch?v=s2ULD0j8tWw) em uma exposição sonora de sua diversidade.

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Mothership –  sábados, 0h
*techno, minimal techno, tech house
Promoter: China e Beatriz Brenneihsen
Divulgação: Paula Nadini
Hostess: Luma Assis

23.01 – Alê Reis/Nick Curly/Reboot/Renato Ratier
R$70 entrada. Com lista, R$ 50 até 1h; após, R$60

15
jan
10

16.01 – D-Edge feat. ZIP / DJ HELL @ Mothership

O primeiro é um dos fundadores do selo Perlon e integrante do Narod Niki; o segundo, DJ Hell, é um sólido fenômeno e lançou nomes como Miss Kittin & The Hacker pelo Gigolo.

Linkados pelo EBM, uma noite levada por techno, sons graves e a consistência sonora de um set que, fácil, não acaba antes das 8h da manhã. Back2backs, parcerias, djs experientes. Não se deixe vencer pelo cansaço.

Zip (Perlon) Alemanha

Thomas Franzmann, aka Zip, iniciou carreira em 1986. Quando, vocalista da banda Second Voice, participou, no início dos anos 90,  do projeto de EBM Bigod 20.

Franzmann tem participação em importantes marcos da música eletrônica de vanguarda. É integrante do supergrupo Narod Niki, que conta com nomes como Carl Craig, Richie Hawtin e Ricardo Villalobos, esteve presente no showcase que deu origem ao festival Mutek; o maior e mais importante evento do gênero e é um dos fundadores do selo Perlon.

Segundo a Pitchfork, o Perlon é o maior responsável pela estética atual do house e do techno. Foi lá que Akufen iniciou seus experimentos com micro-samples e Luciano deu os primeiros passos de suas fusões do IDM com ritmos latinos.


DJ Hell (Gigolo Records)  Alemanha

Fotos em alta: http://www.d-edge.com.br/mkt/press/pichigh/djhell/1.jpg
http://www.d-edge.com.br/mkt/press/pichigh/djhell/2.jpg

Ele iniciou o revival dos anos 80 sozinho e animou quase todos os clubes de Nova York a Tóquio. Com seu selo, o International Gigolo Records,
lançou nomes como Miss Kittin & The Hacker, Fischerspooner, Zombie Nation, Psychonauts e Terranova. internacional.

Os primeiros lançamentos vieram rapidamente: „Minha definição de house music“ – ainda válida atualmente – e „Geteert und Gefedert“ („Tarred and Feathered“), o primeiro álbum. Ele deu significado aos termos sério, duro e minimal e quando todo mundo tinha compreendido, ele continuou imediatamente.

Enquanto isso, ele ainda arrumou tempo para trabalhar em sua própria carreira de artista. „Munich Machine“ foi um manifesto e carta de amor para uma cidade que ele tornou a sua, incluindo a versão cover de Barry Manilow, „Copa“, um hit.

Em 2000, chegou a hora de seu próprio clube e obviamente no interior da Bavária, o „Villa“. As pessoas eram diferentes, em comparação a um club normal de techno, e é aí que você começa a entender que a inovação é uma questão de estado mental e não de origem.

Em 2003, ele lança seu novo album „N.Y. Muscle“. De novo fresco, de novo diferente, de novo se reinventando. Hell colabora com o lendário fundados da Playboy, Hugh Hefner, e com P. Diddy.

Atualmente, Hell toca em todos os desfiles da Versace, para Dirk Schönberger em Paris,e trabalha num projeto de música com Raf Simons. Hell é filmado pelo diretor alemão Romuald Karmakar numa única tomada durante um set no club WMF em berlim, e o filme resultante, „196 bpm“, é aclamado pela crítica no festival de filmes Berlinale.

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Mothership –  sábados, 0h
*techno, minimal techno, tech house
Promoter: China e Beatriz Brenneihsen
Divulgação: Paula Nadini
Hostess: Luma Assis

16.01 - Diego Moura/Marcio Techjun/Zip (Perlon) Alemanha/DJ Hell (Gigolo Records)
R$70 entrada. Com lista, R$ 50 até 1h; após, R$60

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Paradise -  after hours – domingos -  5h
*house
Organização: Oscar Bueno
Promoção: Rizza Bomfim
Relações Públicas: Paulo Grangeiro
Hostess:
Giseli Duarte

16.01 – Oscar Bueno/Daniel kosher/Jeremy Stray
R$ 30 entrada. Com lista ou flyer, R$ 20.
14
jan
10

14.01 – D-Edge feat. Lee Burridge (Reino Unido) @ Moving

Autor de projetos ambiciosos como 365 e mentor da cena de house na Ásia, ele se mostrou um desbravador

Foto em alta:http://www.wmeentertainment.com/lee_burridge/imgs/lee_burridge_1.jpg

Esse inglês acabou alavancando uma incipiente cena de house em Hong Kong ainda no no começo dos anos 90. Lá, e em praias da Tailândia, ajudou a criar a lendária Full Moon Party e se tornou o DJ mais conhecido da Àsia. Tanto que, fazendo gig no continente, Sasha e Craig Richards arrastaram Lee de volta para a Inglaterra, onde fundaram o projeto Tyrant Soundsystem.

De volta, passou a ter residência mensal no Fabric londrino em 2000 junto com Richards pelo coletivo Tyrant. A residência durou até o final de 2006. Também mixou discos conceituais para a Global Underground, em 2003, para a série 24:7. A mixagem do disco duplo baseou-se em abstrações e oposições “dia” e “noite” (ouça http://www.youtube.com/watch?v=QUEs79UB7i0).

Seu mais ambicioso projeto, no entanto, foi 365. Com a iniciativa, Lee viajaria para uma cidade por dois meses e daria inicio a uma residência e uma série de festas durante o período para melhor conhecer a audiência de cada lugar. Começando por Nova York, Lee passou por Ibiza, Florença, Buenos Aires, Sidney, NYC, São Francisco, Denver e Hong Kong. Também manteve uma famosa coluna sobre suas experiências na DJ Magazine.

Hoje, mora em Nova York.
E produz as festas “Get Weird”, baseada em suas experiências no Burning Man (evento anual no deserto de Nevada), conceito que levou para várias outras cidades.

http://www.myspace.com/leeburridge
http://twitter.com/leebu

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Moving – quintas-feiras – 0h
*techno, tech house, house
Promoter: Anna Biazin
Divulgação: Thiago Calabró
Hostess: Vivi Rivaben

14.01 – Silvio Conchon (3plus/residente)/Lee Burridge (Boxed/Almost Anonymous) Reino Unido/Propulse (Carambola/residente)/Laurent F. (Carambola/residente)

R$ 40 (M); R$ 80 (H). Com lista ou flyer, R$ 30 (M); R$ 60 (H).
12
jan
10

15.01 – D-Edge feat. Michel Cleis (Suiça) @ Freak Chic

Com La Mezcla e “el pescador que habla con la luna”, ele conquistou cases do house ao minimal

Foi no Cadenza que Michel Cleis lançou seu primeiro EP solo, Strictly Rythm, com os african beats da faixa “La Mezcla” reproduzidas exaustivamente. Ouça e confira como os “tambores” são realmente hipnóticos: http://www.youtube.com/watch?v=1FWgkVRbBEM

Antes, vindo da parte italiana da Suíça, Michel Cleis fez do hedonismo o grande substrato de sua trajetória. Fincado no jazz, conheceu o techno em Barcelona e Berlim. Lá, montou o coletivo Truxton e passou a lançar pelo selo V2. Com dedicação recente à carreira solo, despontou com La Mezcla.

Suas batidas frenéticas entoadas com “El Pescador que habla con la luna, que habla con la playa, que no tiene fortuna”, fez a trilha do verão de Ibiza em 2008, chegou até Miami em 2009 e tocada por nomes tão díspares como Kenny Dope e Luciano deixa, pelo menos, a curiosidade para saber o que seu criador carrega no case.

http://www.myspace.com/michelcleis



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Freak Chic – sextas-feiras -  0h
*house, nu-disco, grooves, jazzy beats
Promoters: Vinícius Yamada e Vivi Rivaben
Hostess:
Vivi Rivaben
Divulgação: Reginaldo Mendes e Celso Mellin

15.01 – Davis/Michel Cleis (Suíça)/Renato Ratier
R$ 50 entrada. Com lista, R$ 40.

11
jan
10

Programação D-Edge 11 a 16.01

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On the Rocks – segundas-feiras – 23h
*rock, punk, new wave, electro
Promoter: Vivi Flaksbaum e Adriana Recchi
Hostess: Adriana Recchi

11.01 – B-day Ana Flávia – De Polainas, aka Adriana Recchi, Ana Flávia, Angela Rage, Gláucia ++, Marina Dias, Vic Flaksbaum/VJ Daniel Zanardi
R$ 25 entrada. Com lista ou flyer, R$ 20.

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Whoa! terças-feiras – 23h *electro, house e techno
Promoter: Lalai, Philip A, Marcos Efe e Bruno HG
Hostess: Vivi Rivaben


12.01 – Fabilipo/Fabrizio Martinelli/Club Soda/Killer On The Dancefloor/Blood Shake/

Igloo Kid

R$ 25 entrada. Com lista, R$ 15. Mulher é VIP até 1h.


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Cio – quartas-feiras- 0h
* electro, 80′s, techno
Promoter: Gláucia++
Hostess: Adriana Recchi

13.01 – Cio Clássicos – Camilo Rocha/Magal/Mau Mau/Ana Flávia
R$ 25 entrada. Com lista ou flyer, R$ 15. Mulher é VIP até 2h

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Moving – quintas-feiras – 0h
*techno, tech house, house
Promoter: Anna Biazin
Divulgação: Thiago Calabró
Hostess: Vivi Rivaben

14.01 – Silvio Conchon (3plus/residente)/Lee Burridge (Boxed/Almost Anonymous) Reino Unido/Propulse (Carambola/residente)/Laurent F. (Carambola/residente)  R$ 40 (M); R$ 80 (H). Com lista ou flyer,  R$ 30 (M); R$ 60 (H).
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Freak Chic – sextas-feiras -  0h
*house, nu-disco, grooves, jazzy beats
Promoters: Vinícius Yamada e Vivi Rivaben
Hostess: Vivi Rivaben
Divulgação: Reginaldo Mendes e Celso Mellin

15.01 – Davis/Michel Cleis (Suíça)/Renato Ratier
R$ 50 entrada. Com lista, R$ 40.
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Mothership –  sábados, 0h
*techno, minimal techno, tech house
Promoter: China e Beatriz Brenneihsen
Divulgação: Paula Nadini
Hostess: Luma Assis

16.01 - Diego Moura/Marcio Techjun/Zip (Perlon) Alemanha/DJ Hell (Gigolo Records)
R$70 entrada. Com lista, R$ 50 até 1h; após, R$60

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Paradise -  after hours – domingos -  5h
*house
Organização: Oscar Bueno
Promoção: Rizza Bomfim
Relações Públicas: Paulo Grangeiro
Hostess: Giseli Duarte

16.01 – Oscar Bueno/Daniel kosher/Jeremy Stray
R$ 30 entrada. Com lista ou flyer, R$ 20.




 

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